É muito importante trabalhar nas histórias o conceito educativo indireto de “mostrar”, isto é, em vez de dar comandos diretos à criança(faça isso, faça aquilo), procuro mostrar cenas interessantes com os personagens fazendo o que gostaríamos que ela praticasse/aprendesse. Dessa forma, permitimos a percepção e o interesse e o voluntário.

Por exemplo, em uma história: em vez de usar os termos, “as crianças devem tomar banho!”, mostramos cenas divertidas e interessantes de um personagem tomando banho, e em como isso foi bom e agregou valor em sua vida. Dessa forma, o leitor percebe por si mesmo que tal ato é desejável. Nesse caso, temos o livreto “Tiki Toma Banho”, que conta a história de um sabiá que toma banho e se diverte no riacho próximo de casa.

Acredito que a voz de comando dos pais é essencial para dar segurança, estabelecer ordem e educar com firmeza, entretanto, nem todas situações exigem ou precisam de comandos diretos, podemos aliar outras formas de comunicação. Então, às vezes apenas mandar ou dizer não é suficiente, precisamos mostrar.